sexta-feira, 30 de junho de 2017

Livro Ser Mãe, Círculo do Livro


Livro Ser Mãe
Miraglia Orlandini Micheletti
Tradução Terezinha Monteiro Deutsch

Círculo do Livro

Boas leituras!


quinta-feira, 29 de junho de 2017

Livro Técnicas de Redação e Criatividade, Cloder Martos e Roberto Mesquita


Livro Técnicas de Redação e Criatividade
Cloder Rivas Martos e Roberto Melo Mesquita

Editora Saraiva
3a. Edição
1985

Boas leituras!


quarta-feira, 28 de junho de 2017

terça-feira, 27 de junho de 2017

HQ Magali, 00125


Revista em quadrinhos Magali
Maurício de Sousa

00125
Exemplar de assinante.

Boas leituras!


segunda-feira, 26 de junho de 2017

20 anos de Harry Potter

Segundo livro da série Harry Potter

"Em 26 de junho de 1997, a escritora britânica J.K. Rowling publicou o primeiro volume de Harry Potter, depois da rejeição de 10 editoras. 

Ele se chamava "Harry Potter e a pedra filosofal" e foi seguido por mais seis livros, oito filmes, uma peça de teatro, parques temáticos, um percurso turístico na Escócia, uma exposição permanente em Londres e inúmeros objetos de marketing.

A autora publicou sete livros entre 1997 e 2007 e cada um deles se passa durante um ano escolar. A história começa no verão de 1991, quando Harry Potter recebe a carta para entrar em Hogwarts.

Os livros são, por ordem de publicação: "Harry Potter e a pedra filosofal", "Harry Potter e a câmara secreta", "Harry Potter e o prisioneiro de Azkaban", "Harry Potter e o cálice de fogo", "Harry Potter e a ordem da fênix", "Harry Potter e o enigma do príncipe" e "Harry Potter e as relíquias da morte"."

Para ler o artigo na íntegra: clica aqui.




Livro Harry Potter e a Câmara Secreta
J.K. Rowling

Tradução Lia Wyler
Editora Rocco Ltda
2000

Boas leituras!

Livro Vizinhança Perigosa, Zahyra de Albuquerque Petry


"Do sótão da casa de parentes Cláudio observa misteriosos movimentos na casa ao lado. Misteriosos mesmo. E, logo a seguir, após implacável investigação, descobre que fatos muito graves estão acontecendo na vizinhança. Mas convém, principalmente a um garoto, não agir sozinho nessas circunstâncias. Só que Cláudio desrespeita essa regra e...'

Livro Vizinhança Perigosa
Zahyra de Albuquerque Petry

Editora Sulina
1998

Boas leituras!

Livro virtual Novo Mundo de Anna Millman


Atualização dos capítulos disponíveis para leitura: 1, 2, 3, 4, 5 e 6.

Basta acessar o site: Livro Novo Mundo 

Para ler nosso texto sobre o livro: clica aqui. 

Boas leituras!


domingo, 25 de junho de 2017

sábado, 24 de junho de 2017

MilaResendes: do meu gosto por cozinhar

"As pessoas que gostam de fazer bolos ou biscoitos aproveitam qualquer desculpa para esquentar seus fornos. Fazem um bolo para comemorar o aniversário de alguém, dedicam tempo assando biscoitos para um dia de festa e preparam brownies simplesmente porque todo o mundo adora chocolate. Mas assar bolos e bolachas é muito mais do que apenas criar algo doce para comer. Especialmente quando é feito para outras pessoas, é um ato que traz toda uma série de benefícios psicológicos."

"Não se trata apenas de dar alguma coisa doce à outra pessoa."

Estava lendo ontem um artigo muito legal no BioCulinária intitulado "Psicólogos explicam os benefícios de se fazer bolos, biscoitos ou pães para outras pessoas"; e, sabe aquele texto que mesmo antes de lermos, você já se identificou com ele? Pois é... foi o caso; fiquei pensando em quantas vezes presenteei pessoas com bolos, biscoitos que fiz com aquele amor, aquele carinho, para impactar a pessoa com algo que fiz com minhas próprias mãos (confesso que tenho o hábito de mandar embaixo do bolo a receita, pra se a pessoa quiser fazer também...).

Natais onde com todo aquele clima festivo, assei biscoitos, bolachas, broas, mini panetones, com a simples intenção de presentear, dizer pra pessoa: _Hei, lembrei de você! Fiz a massa, liguei o forno e assei esse mimo pra você!

Nossa! Que poderoso! Eu AMO cozinhar. Não sei de fato, mas tento, e por tentar já fico muito bem, comigo mesma e com os meus pensamentos/sentimentos... E se agradar a platéia, nossa! aí é que fico contente.

Na segunda-feira, me bateu uma vontade de fazer broa de milho, mas nunca tinha feito, fui pra internet assisti alguns videos (essas pessoas que disponibilizam receitas merecem total parabéns, são uns anjos) e saí com uma receita que achei básica, para mim, que nunca tinha feito. Ingrediente pra cá, ingrediente pra lá, amassa daqui, amassa dali... ficou bom pra primeira, mas tenho algumas idéias do que poderei fazer de diferente na próxima fornada; mas o pessoal de casa... nossa! o pai comeu umas três, eu comi umas seis e o Eduardo também se fartou, quentinha com um café preto... trouxemos aqui pra loja e pra minha surpresa a Isabelly e o Luiz Eduardo também comeram e gostaram! (e criança não faz média sobre gostar ou não).

E assim, lá foi aquele calorzinho no meu coração ao notar que aquele simples gesto de buscar uma receita, reunir os ingredientes, modelar as broas e assá-las, trouxe tantos hummmm pro meu dia...

E foi o que percebi lendo depois esse artigo, que existem muito mais coisas por trás da mente de quem gosta de assar bolos, biscoitos, pães e continuei me identificando com as análises feitas:

"Assar bolos e biscoitos é uma forma produtiva de autoexpressão e comunicação."

"As pessoas que têm dificuldade para exprimir seus sentimentos em palavras podem demonstrar gratidão, apreciação ou condolências, oferecendo às outras um bolo ou uma travessa de biscoitinhos". (Susan Whitbourne)

"Assar pães, bolos ou bolachas requer pensar passo a passo e seguir as etapas específicas do aqui e agora, mas também exige que se pense nas receitas como um todo, no que você vai fazer com elas, em quem vai consumir aquele prato, o momento em que você vai compartilhá-lo com alguém. Por isso, preparar bolos é uma maneira muito boa de desenvolver aquela consciência equilibrada do momento e do contexto mais amplo", diz Julie Ohana.

"Acho que oferecer comida a outra pessoa é reconfortante tanto para a pessoa que recebe a comida quanto para aquela que a serve e oferece." (Pincus)

Todos os trechos foram retirados do artigo, que você poderá ler na íntegra: aqui.


Pra encerrar, quero compartilhar com vocês a receita que fiz de broa de milho:

Ingredientes: 
300 gramas de farinha de milho
300 gramas de farinha de trigo
300 gramas de açúcar
1 colher de sopa de fermento para bolo
2 ovos
1/2 xícara de leite

Opcional: goiabada, erva doce 

Preparo:
Mistura os quatro primeiros ingredientes, coloca um ovo, mistura bem, coloca o segundo ovo e volta a misturar bem, bem; o leite você deve por de pouco a pouco, o meu sobrou um tanto de leite no fundo da xícara, o ponto da massa da broa é tipo massa de modelar.

Tem o vídeo que a Luciana, do Culinária-em-casa, explica bem direitinho o modo de preparo: aqui.

Forno pré-aquecido, 200º, por 35/40 minutos.

Vocês notaram que faltou a foto da broa já assada, na próxima fornada posto a foto! 

Boas leituras!

sexta-feira, 23 de junho de 2017

Livro O milagre de cada dia, Giselda Laporta Nicolelis


"A vida no campo. Uma aventura na selva. O difícil cotidiano numa metrópole. Mundos tão diferentes dentro de um só corpo chamado Brasil. AQUI é o lugar e AGORA é o tempo de conhecer ou reconhecer as múltiplas realidades deste país de tantos rostos, através da literatura dos nossos contemporâneos."

Livro O milagre de cada dia
Giselda Laporta Nicolelis
Coleção Aqui e Agora

Editora Scipione
1989

Boas leituras!


quinta-feira, 22 de junho de 2017

Bom inverno e "As Monalisas" de Silvia Marcon

Foto: Guilherme Santos/Sul21

Foto: Guilherme Santos/Sul21

Foto: Guilherme Santos/Sul21
Estava zapeando na tv essa semana e assisti a entrevista da artista plástica gaúcha Silvia Marcon, ela está fomentando interferências na paisagem urbana de Porto Alegre/RS; "As “Mona Lisas” que constrói, cada uma com suas caraterísticas específicas, surgiram a partir da vontade de realizar intervenções urbanas."

 “Eu já tinha a veia da arte urbana, mas não tinha nada definido. Vi que queria fazer isso e comecei a pensar em figuras emblemáticas, chegando na Mona Lisa. É a obra de arte que tem mais releituras até hoje no mundo, trabalho em cima disso, com a releitura”, relata a artista. 

Quando já havia cerca de 30 Mona Lisas instaladas — atualmente, são 60 — uma artista de Buenos Aires veio ao Brasil e perguntou se poderia fazer uma “filial”, colocando obras semelhantes em sua cidade. “Eu vi bem como uma proposta de coletivo, por isso aceitei. E ela fundou um Mosaico Urbano argentino, que já tem 20 Mona Lisas instaladas atualmente”, relatou Sílvia.  Ela conta ainda que há a possibilidade de o trabalho se expandir para Portugal, onde tem um aluno residindo."

Reportagem de Débora Fogliatto, no Sul21, "Artista leva cor às ruas de Porto Alegre com Mona Lisas feitas em mosaico.", na matéria você encontra mais fotos e os locais onde estão instaladas as obras: clica aqui.

Hierophant
E começou, hoje na madrugada o tão temível e por que não dizer, esperado Inverno?! ... Agora é literalmente, lutar por um lugar ao sol, chupar umas bergamotas, colocar a pantufa e se enrolar nos cobertores... Felizarda é a Menina que declarou hibernação oficial desde maio! rsrsrs 

Boas leituras! Bom inverno! 

Livro Brincando na areia, Coleção Ler e Cantar


Livro Brincando na areia
Coleção Ler e Cantar
Texto Yone Rodrigues
Música Dinah Menezes
Ilustrações Fabiana Brito

Livraria Francisco Alves Editora S.A.
1988

P.S. este livro tem o nome de Clarissa Porto escrito em caneta azul; logo abaixo há um carimbo com os dizeres: "Projeto "O livro sobe ao palco"" AL/RS Doação 1995.

Boas leituras!

quarta-feira, 21 de junho de 2017

Livro Guia Prático Meu Bebê


Livro Guia Prático Meu Bebê
Revista Saúde!

Editora Abril S.A.

Boas leituras!

Machado de Assis por Antônio Carlos Villaça


"O passado ainda é a melhor parte do presente."
(Machado de Assis, carta a Nabuco, 1902.)

Eis que o google nos recorda do 178º aniversário de Machado de Assis!

Lembrei-me que tenho guardado alguns trechos de Antônio Carlos Villaça, que no seu livro Diário de Faxinal do Céu, dedicou lembranças e vivências que teve sobre o nosso escritor...

Compilo aqui:

MACHADO DE ASSIS

"Muitas vezes, falei em Teresópolis sobre o Bruxo do Cosme Velho, como lhe chamou o machadiano Drummond.
Grandes machadianos integrais foram Drummond, Ciro dos Anjos, Graciliano Ramos, Aníbal Machado, Josué Montello (...)
Outro machadiano admirável foi Otávio Mangabeira (...)
No centenário da morte de Machado, 29 de setembro de 1958, Mangabeira fez o discurso oficial, na sessão solene da Academia, à noite, de casaca. Sem uma nota. Sem ler nada. Falava esplendidamente. Uma conferência. Domínio perfeito, completo, da obra de Machado. Os contos. Os romances."
pg. 9/10

"Outro grande machadiano foi Augusto Meyer, o gaúcho, poeta e crítico, que em 1935 publicou o ensaio magistral sobre o niilismo de Machado. São os dois melhores livros a respeito de Machado, o de Meyer e o de Barreto Filho, José Barreto Filho, Introdução a Machado de Assis, 1947, livro denso, filosófico, introdução ao pensamento de Machado.
pg. 11

"Estava Machado em agonia, no seu chalé do Cosme Velho, em que morou por 25 anos. Bateram à porta. E Euclides foi abrir. Era um rapazola. E pediu para ver o agonizante. Lera o Jornal do Commercio, soubera da agonia do escritor. Era seu leitor. Queria apenas vê-lo. Euclides se emocionou. E levou o rapazinho até o leito de Machado, que não percebeu a cena. À saída, Euclides perguntou o nome do moço. E na sua crônica magnífica para o Jornal do Commercio _ "A última visita" _ Euclides escreve esse nome, que seria o nome de um escritor. Astrojildo (Pereira) beijou a mão de Machado agonizante em nome de todos nós, em nome da longa posteridade.
pg. 11

"Quando Machado morreu, escolheram Rui para a presidência e para orador no enterro. É um dos mais belos discursos de Rui. Filosófico. Estuda a obra de Machado. E se refere à sua bondade. "Mestre e companheiro, venho trazer-te, em nome da Academia Brasileira de Letras, nas tuas próprias palavras, num gemido de tua lira, o nosso coração de companheiros." Rui alude aqui ao célebre soneto "A Carolina", de 1904, o mais bonito soneto machadiano."
pg. 12

"Machado de Assis teve o dom da amizade, sabia fazer amigos. Sabia cultivá-los. Era sociável, era gregário. Amava o convívio , humano. Embora fosse tímido, reservado, introvertido."
pg. 55

"A vida de Machado foi a passagem, a trajetória de Machadinho a Machado. Uma ascenção contínua. Moleque de morro, baleiro, pobre, mulato, gago, epiléptico, sem nenhuma escolaridade. E lia francês, inglês, alemão, latim, italiano. Quando morreu, aos 69 anos, aprendia grego. Que aplicação. Que seriedade. Que empenho. Que desejo de subir."
pg. 56

"O fato capital, decisivo do seu destino foi o casamento com a portuguesa Carolina Augusta, mais velha cinco anos, letrada, irmã do poeta luso Faustino Xavier de Novais. Ela veio de Lisboa fazer companhia ao irmão solitário, neurastênico. E em casa dele conheceu o rapaz de 30 anos, que era simplesmente o maior dos nossos críticos. Viveram juntos 35 anos. E o soneto "A Carolina", 1904, dá bem a medida do que foi essa união serena. O mais belo soneto da poética machadiana."
pg. 57

"Em 1897, Machado, que não gostava de fazer discurso, leu dois discursos importantes. O da inauguração da Academia, a 20 de julho de 1897. Breve, conciso, de uma elegância absoluta. Um discurso político. Cada ano, o presidente da Academia relê, de pé, em voz alta, na sessão comemorativa, essa página clássica, harmoniosa, discretíssima, do presidente Machado de Assis.

(...)

E houve o discurso da estátua de Alencar, o lançamento da pedra fundamental, vinte anos depois da morte do romancista. Machado o tratou com extremo carinho. "Creio que jamais o espetáculo da morte me fez tão singular impressão."
Lembrou a derradeira palavra de Iracema _ "Tudo passa sobre a terra." Uma palavra melancólica. E Machado corrigiu o pessimismo de Alencar. "Nem tudo passa sobre a terra." O pessimista Machado quis discordar do pessimismo alencarino. Nem tudo passa sobre a terra.
E ainda houve o discurso de encerramento do ano acadêmico, o ano da fundação, 1897."
pg. 207
Vejam que Antônio Carlos Villaça era um poeta, você começa o livro que a priori seria sobre Faxinal do Céu, e se depara com ele discorrendo reminiscências sobre Machado de Assis, Alencar, Drummond entre tantos outros...

Livro Quincas Borba, Machado de Assis, 1891, 3° edição - 1899
Boas leituras!

terça-feira, 20 de junho de 2017

MilaResendes: perceber as pequenas bençãos diárias #100DiasFelizes



"Se puderes olharSe podes verrepara".
Esta frase encontra-se na contracapa do livro "Ensaio Sobre a Cegueira", de José Saramago.

Essa pequena, porém poderosa frase, serviu de mola-propulsora para aceitar o desafio de postar por 100 (cem) dias uma felicidade. 

O que é felicidade, se não um pequeno e luminoso olhar para as pequenas bençãos da vida diária?! ... E queremos compartilhar com vocês esses pequenas doses diárias de felicidade que encontramos!

Escolhemos a página no facebook, pois é mais fácil para postar a imagem feita com o celular, então vamos lá: https://www.facebook.com/projLEIAGravatai/.

E, antes que digam: "_Puxa, e livros? cadê?..." Eis aqui:




He, he, he...

P.S. Essas imagens são ilustrativas, o dia a dia é está sendo composto por imagens diárias.

Boas leituras!

MilaResendes

Livro Revista Gaúcho Negro RLSH


Revista Gaúcho Negro RLSH

Acesse o blog:
http://gnrlsh.blogspot.com

Boas leituras!

segunda-feira, 19 de junho de 2017

Livro Dona Ismelda e seus pintinhos


Livro Dona Ismelda e seus pintinhos

Ilustrações Belli Studio
Texto Roberto Belli
Revisão Helena Cristina Lubke

TodoLivro Ltda

Boas leituras!

Leitura do dia: Fracasso e Glória, Cláudio Miranda


"Como entender por que razão o Senhor chamou e insistiu com Pedro? Ele o fez com vistas ao Seu próprio propósito na vida de Pedro: levá-lo de pescador a apóstolo. Além disso, Jesus vê, não o que somos, mas aquilo em que ele pode nos transformar, e é por isso que Rle o chamou: não em função do que Pedro era, mas em função daquilo em que o transformaria.

...

Talvez você esteja se perguntando: qual a importância da história de Pedro para mim? Ela é importante para entender a nossa própria história. Na verdade, somos todos Pedro! Carregamos em nós os mesmos conflitos, e somos habitados pelas mesmas problemáticas que o habitava. Como ele, abrigamos dentro de nós tanto o pescador, quanto o apóstolo; carregamos a possibilidade das grandes revelações e da cegueira espiritual. E, assim, somos solidários com Pedro, tanto no fracasso como na glória."

Livro Fracasso e Glória
Uma abordagem psicoteológica da biografia de Pedro
Cláudio Miranda

2015

pr.miranda2013@gmail.com

Boas leituras!


sábado, 17 de junho de 2017

Bom fim de semana! Boas leituras!


Bom fim de semana, pessoal!

Não se permitam parar de sonhar... o sonho nos alimenta a alma.

Boas leituras!

Livro virtual Novo Mundo de Anna Millman


Atualização dos capítulos disponíveis para leitura: 1, 2, 3 e 4.

Basta acessar o site: Livro Novo Mundo 

Para ler nosso texto sobre o livro: clica aqui. 

Boas leituras!

sexta-feira, 16 de junho de 2017

quinta-feira, 15 de junho de 2017

Livro Na Piscina, Mandy Stanley


Livro Na Piscina
Mandy Stanley
Tradução Carolina Céspedes

Girassol Brasil Edições Ltda

Boas leituras!

Artigo: Desafio para eles é não jogar Xadrez, Revista Evidência Gravataí, Junho de 2017, Ano XXXII, Nº 225

Avô e neto, jogando xadrez
Artigo da Revista Evidência Gravataí, edição de junho/2017, página 38.

"Atualmente, Gravataí (RS) não conta com um clube oficial dessa modalidade, embora vários jogadores procurem se reunir sempre que possível para algumas partidas. Há uma mobilização, inclusive, para que a instituição seja reativada, possibilitando, assim, a realização de mais eventos que estimulem a prática do esporte."

"O xadrez mostra que toda ação tem uma reação, faz com que tenhamos que pensar antes de agir, prever o que pode acontecer. Conseguimos aplicar isso no dia a dia", frisa (Marcelo Santos, 37)

"Garry Kasparov, Magnus Carlsen, Bobby Fischer, Alexandr Fier, Krikor Sevag Mekhitarian e Rafael Leitão são algumas das referências para os enxadristas locais Marcelo Santos (37) e Tito Flores (20), que consideram esse esporte uma ferramenta transformadora." 

Super interessante a matéria publicada na edição desse mês, da Revista Evidência Gravataí, Esporte, sobre o jogo de Xadrez e enxadristas gravataienses.

"Outra forma de buscar aperfeiçoamento no esporte é por meio de leituras. Entre os livros recomendados pelos dois estão: Meus grandes predecessores, de Garry Kasparov, e O xadrez dos grandes mestres: 400 conselhos para melhorar seu nível enxadrístico, de Antonio Lopez Manzano e José Monedero González. A primeira obra trata da história do enxadrista Robert James Fischer. A outra publicação traz curiosidades sobre o xadrez e dicas de alguns mestres."

Afeto é algo que se fortalece com a convivência. 

Salientamos também os artigos das páginas 12 e 13, Arte É... vidência sobre a força do teatro local, com o título Espetáculo é o talento dessa turma! 

Adquira sua revista ou acesse o site www.revistaevidencia.com.br

Revista Evidência Gravataí
ANO XXXII
Nº 225
06/2017
R$14,90

Direção e Edição
Luiz Henrique Saltiel

Boas leituras!

quarta-feira, 14 de junho de 2017

Livro Conhecendo Gravataí, com Medonha! n. 2, Denise Pacheco Lopes


Livro Conhecendo Gravataí, com Medonha! _ n° 2
Denise Pacheco Lopes

2014

Boas leituras!

A coisa legal do dia no Facebook: E-book grátis da Harlequin até 23 de junho de 2017

imagem: @Harlequin Books Brasil


Harlequin Books Brasil


*"Preparamos uma surpresa para vocês, nossas queridas leitoras.
Até o dia 23/06, 4 e-books estarão gratuitos nos sites da Amazon.com.brSaraiva OnlineGoogle PlayLivraria Cultura e Kobo.
Os títulos são "Dama de Copas", "Os Desafios de uma Dama", "Possuída" e "Um Gosto de Vida". 
Não percam essa oportunidade incrível!"

*Texto original publicado na página da Harlequin Books Brasil no facebook.


Imagina, que eu, uma leitora voraz de romances não iria aproveitar essa super oportunidade de ler quatro livros grátis! 

Boas leituras!

terça-feira, 13 de junho de 2017

segunda-feira, 12 de junho de 2017

MilaResendes: respeite-se e ame!

imagem: @Universo dos Livros

Tem uma frase que eu a uso meio que como um mantra: não é o amor que sustenta a relação, mas a forma de se relacionar que sustenta o amor... 

Nesses meus um pouco mais de 40 anos, pude perceber que esse romance lindo e cor-de-rosa só encontro mesmo é nos livros que amo ler; a vida real é uma miríade de pequenos detalhes, pequenos acontecimentos que vão possibilitando que a relação a dois consiga se desenvolver...

Claro, estou falando da minha relação de companheirismo e amizade com o meu atual namorado, que se tudo der certo, completaremos em 20 de setembro deste ano, 13 anos juntos...

Sei que existem pessoas que conseguem viver um intenso sentimento de paixão, avassalador; já pra mim, foi uma grande paixão que pouco a pouco, foi se descobrindo como uma duradoura amizade, hoje somos companheiros, brigamos, namoramos, tudo a seu tempo, sem a pressão de tempos atrás...

Falar de sentimentos, de relacionamentos nunca é tarefa fácil, até por que cada um é um; tem suas necessidades e manias, seus sonhos e possibilidades. Mas a mensagem que gostaria de passar, nesse 12 de junho é que se respeite acima de tudo, respeite suas necessidades, respeite seu corpo, respeite o seu pretendente, respeite o seu tempo, respeite suas impressões, respeite, até, seu sexto sentido.

Quando eu tinha 15 anos pensava e me relacionava com a cabeça dos meus 15 anos, quando tinha 20  pensava e me relacionava com a cabeça de 20, e, assim quando tinha 30, 40 e espero continuar gradualmente agregando sabedoria e vivência nos meus pensamentos e relacionamentos... me respeitando acima de tudo e sabendo que precisamos estar inteiros só, para agregar quando junto com outro alguém...

Feliz Dia com namorado, sem namorado!

Boas leituras!
 

Livro O segredo de uma família feliz, Sociedade Torre de Vigia de Bíblias e Tratados


Livro O segredo de uma família feliz
Sociedade Torre de Vigia de Bíblias e Tratados

1996

Boas leituras!

domingo, 11 de junho de 2017

Leitura do dia: Os grandes processos da história, Henri Robert Final


*"Um rei morto, exclamou elle, não é um homem de menos! Voto á morte talvez tarde de mais para a honra da Convenção nacional!"
É preciso dizermos que Lucilia não fôra feita para a moderação. Pois já reclamava o supplicio de Maria Antonieta.
"Si eu fôse rainha, escrevia ella e, por ter feito a desgraça de meus subditos, uma morte certa me estivesse preparada, não esperaria o momento em que uma multidão desenfreada viesse me arrancar do palacio para arrastar-me indignamente ao pé do cadafalso. Antecipar-me-ia a seus golpes e queria, morrendo, impor-me ao universo inteiro.
"Faria preparar um vasto recinto numa praça publica, ahi faria erguer uma fogueira, e, em frente á fogueira, faria construir um altar.
"Durante tres dias, iria ao pé desse altar orar ao grande Senhor do universo; no terceiro dia, para expirar, desejaria que toda a minha familia de luto me acompanhasse á fogueira; esta cerimonia se effectuaria á meia noite, á luz dos archotes!"
Que mentalidade, a um só tempo sanguinaria, pueril e theatral, denota esta pagina extranha da, no entanto, encantadora Lucilia Desmoulins!

{ Página 223 }

"Poude-se pensar e esperar que a morte de Luiz XVI marcaria o termo daquelles disturbios sangrentos.
Mas, infelizmente ella devia antes marcar-lhe o recrudecimento.
Porque não era tudo haver tomado o poder: era necessario agora, exercel-o.

...

Mas, agora, o governo era a propria Convenção, e ella ia conhecer por sua vez as queixas de uma miseria publica que as desordens haviam augmentado ainda mais.
E Robespierre não devia tardar em falar melancolicamente "do povo credulo e soffredor, sempre propenso a se lastimar do governo que não pode remediar todos os seus males".

{ Página 224 }

"Era necessario dar uma distracção ás queixas do povo, e, já que eram impotentes para alliviar-lhe a miseria, era necessario pelo menos, sacrificar-lhe as victimas expiatorias e desviar para ellas seu resentimento convncendo-o de que era por sua culpa que seus soffrimentos não hav'am ainda sido abolidos.
Depois de Luiz XVI, foi Custine. Depois de Custine, foi Maria Antonieta. Depois de Maria Antonieta, foram os Girondinos!

{ Página 225 }

"E, de facto, as prisões se multiplicavam, sem nunca terem tregua, nem de dia, nem de noite, a tal ponto que, logo, todas as prisões de Paris tranbordavam de suspeitos.

{ Página 229 }

...

"Todas essas incoherencias, todas essas violencias, todas essas prisões e execuções arbitrarias, e esse regimen tão tyranico que impunha, sem parecer mesmo comprehender-lhe a ironia cruel, esta extraordinar'a alternativa: fraternidade ou morte, tudo isto começava a desnortear os primeiros apostolos, os mais sinceros da Revolução!
Camillo Desmoulins, que estivera até então á frente, sentia-se, por sua vez, esgotado.

{ Página 234 }

"Não! a liberdade, esta liberdade que eu adoro, esta liberdade descida do céo, não é uma nympha da Opera, não é um gorro vermelho, uma camisa suja ou um farrapo. A liberdade, é a Felicidade, é a Razão, é a Egualdade, é a Justiça...
"Quereis que eu a reconheça, quereis que eu caia a seus pés, que derrame todo meu sangue por ella?
"Abri as prisões a esses duzentos mil cidadãos que chames de suspeitos, porque, na Declaração dos Direitos, não ha mais casas de suspeição, ha apenas casas de detenção; não mais pessoas suspeitas, mas sômente accusados de delictos fixados pela lei.
"Quereis exterminar todos os vossos inimigos pela guilhotina! Mas terá havido jámais maior loucura?
"Podeis fazer perecer um só sobre o cadafalso sem que angarieis dez inimigos na sua familia ou entre seus amigos?"
Este eloquente appello á clemencia teve uma grande repercussão no publico tanto elle correspondia ao desejo secreto da nação.

{ Página 238 }


"_Camillo Desmoulins desafia a guilhotina! _ exclamou um de seus mais violentos adversarios.

{ Página 239 }

"Em 7 de Janeiro de 1794, pediram a exclusão de Camillo do Club dos Jacobinos.
Esta primeira desgraça, si já era forte, devi ser, não se tinham illusões a este respeito, rapidamente seguida da guilhotina.

{ Página 242 }


"E de facto, tres meses não haviam ainda decorrido e Robespierre entregava a Saint-Just um projecto de acto de acusação dirig'da contra os Indulgentes.

Este acto de accusação foi lançado a 10 de Germinal do anno II (31 de março de 1794).
Juntava a Desmoulins, Danton, Phillippeau e Lacrouix; Fabre d'Eglantine, amigo destes, já estava na prisão.
Na noite de 10 para 11 do Germinal, presos de improviso, os accusados foram conduzidos para Luxemburgo.
Camillo conta que o vendo chegar, Fabre d'Eglantine exclamou:
_Mas, que! fez-se a contra-revolução?"

{ Página 244 }


"Camillo, arrancado dos braços da inconsolavel Lucilia, fazia agora amargas reflexões sobre a grandeza e a decadenc'a de seu destino republicano, nesse palacio de Médicis que lhe seria de prisão, nesse mesmo jardim de Luxemburgo, testemunha de seu romance de amor e de seus sonhos de gloria, na aurora radiosa da liberdade!

...

Escreveu-lhe uma ultima carta, que ella não devia receber nunca, uma longa e dilacerante carta, escripta com lagrimas, e onde punha confusamente seus sonhos e suas queixas, suas ilusões e seu amor, seu desespero e sua altivez, todos os seus pensamentos e toda a sua vida, tudo em que acreditára e esperára, tudo que quizera e amára, e que sentia proximo a se acabar.

[ Página 245 }


"O interrogatorio começou. As primeiras respostas mostram bem o tom grandiloquente da epoca.
Pergunta-se a Camillo sua idade:
_Trinta e tres annos, a idade de Jesus, a idade critica para os patriotas.
E Danton:
_Chamo-me Danton. Revoluvionario representante do povo. Minha residencia? Breve, o nada! Em seguida, o Phanteon da Historia.

{ Página 247 }

"Quando o carcereiro veio para lhes dizer a sentença:
_E' inutil lhe disse Danton; podem conduzir-nos agora mesmo á guilhotina; somos assassinados, isto basta!
Desmoulins, esse chorava em silencio a um canto.

...

Era 16 de Germinal (5 de Abril de 1794), um desses  primeiros dias radiosos de primavera nos quaes a calma luminosa do fim do dia contrastava dolorosamente com os brutaes clamores da rua.
Camillo, aquelle pobre Camillo, ingenuo até o fim, respondia aos seus doestos esforçando-se por convence-los:
_Enganam-te povo! São teus servidores, teus amigos que immolam! Sou eu que em 89 te chamava ás armas pela liberdade! Sou eu que lancei o primeiro grito pela Republica! Meu crime, meu unico crime, é ter derramado lágrimas.

...

Na hora em que sua cabeça cahia, a pobre Lucilia era, por seu lado, accusada de ter conspirado com o general Dillon para salvar seu marido.


...

Lucilia Desmoulins respondeu com calma e se defendeu somente por principio, porque desejava morrer.
Ouvindo pronunciar-se a condenação que a attingia, exclamou alegremente:
Dentro de algumas horas irei rever o meu Camillo!
Depois escreveu á sua mãe estas linhas singelas, de uma emoção tão profunda e tão pura:
"Bôa noite, querida mamãe! Uma lagrima escapa de meus olhos: é para ti. Vou dormir na calma da innocencia. _ Lucilia."

Deante do cadafalso, sua calma extatica não se desmentiu, e esta debil creança loura, que não tinha ainda vinte e quatro annos, morreu como uma Romana.
Assim, o mesmo supplicio reuniu na morte, com alguns dias de intervallo, estes dois jovens, vibrantes e sinceros, que se tinham tanto amado na vida."

{ Página 254-255 }

*Foi mantida a grafia original da publicação do livro.

Excerto do livro Os grandes processos da história
Henri Robert

Tradução J,L. Costa Neves

Livraria Carvalho, Editora

Boas leituras!

Letra Música Travessia, Milton Nascimento

Travessia
Quando você foi embora
Fez-se noite em meu viver
Forte eu sou mas não tem jeito
Hoje eu tenho que chorar
Minha casa não é minha
E nem é meu este lugar
Estou só e não resisto
Muito tenho pra falar
Solto a voz nas estradas
Já não quero parar
Meu caminho é de pedra
Como posso sonhar
Sonho feito de brisa
Vento vem terminar
Vou fechar o meu pranto
Vou querer me matar
Vou seguindo pela vida
Me esquecendo de você
Eu não quero mais a morte
Tenho muito que viver
Vou querer amar de novo
E se não der não vou sofrer
Já não sonho, hoje faço
Com meu braço o meu viver
Solto a voz nas estradas
Já não quero parar
Meu caminho é de pedra
Como posso sonhar
Sonho feito de brisa
Vento vem terminar
Vou fechar o meu pranto
Vou querer me matar
Vou seguindo pela vida
Me esquecendo de você
Eu não quero mais a morte
Tenho muito que viver
Vou querer amar de novo
E se não der não vou sofrer
Já não sonho, hoje faço
Com meu braço o meu viver
Compositores: Rocha Brant Fernando / Milton Nascimento